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Érico Veríssimo

“Olhai os Lírios do Campo” que tem como enfoque a trajetória de Eugênio Fontes em sua busca por si mesmo, e é divido em duas grandes partes.

Na primeira parte, temos Eugênio correndo contra o relógio para ver Olívia uma última vez e nesse meio tempo, ele se recorda de seu passado, e sua infância infeliz e pobre.

Eugênio nessa primeira parte demonstra ser alguém com uma personalidade deturpada pelo senso de autocrítica, pela falta de confiança em si mesmo e pelo senso de inferioridade, tudo isso por ele mesmo idealizado. O autor vai trabalhando uma narração completamente fincada no interior da personagem, como se estivesse lendo a sua alma, onde pensamentos e emoções de Eugênio são misturados com os fatos exteriores.

Eugênio a meu ver mostra ser mesquinho, e puramente materialista, num ideário capitalista nojento de riqueza sem valor e repúdio a pobreza, sendo que ele mesmo possuía uma alma miserável e um caráter pior ainda. Não estou dizendo que ele é mau. Não. Eugênio na primeira parte do romance é um homem sem qualquer sensibilidade humana ou até mesmo moral, se é possível dizer isso.

Nesse definhar de personalidade, o autor nos apresenta Olívia, jovem colega da faculdade de medicina, totalmente oposta a Eugênio. O desenvolvimento do relacionamento dos dois deixa muitas dúvidas ao leitor, porque a impressão que eu tive é que o autor meio que “escondeu” alguns fatos. Digamos que ele deixou o leitor às escuras, devido na primeira parte a narração ter sido escrita em saltos, pulando fatos e indo para as cenas cruciais. Não gostei em referência a Olívia, pois sua aparição foi muito, muito pouca, numa perspectiva totalmente centrada em Eugênio. Outro fato também que conta pontos negativos é logo no início do romance em que não dá para saber o que aconteceu com Olívia. O autor não dá muitas explicações, pelo menos não alguma que eu tenha entendido. Não sei, pode ter sido um descuido de minha parte na hora da leitura, por mais estúpido que possa ser...

Falando em Olívia nesta primeira parte, ela demonstra ser compreensiva demais com Eugênio e suas burradas, com uma imensa sabedoria e mistério em torno de sua vida e passado. Olívia deixou sua alma nas cartas para Eugênio, cruciais para a segunda parte.

Super Livro

Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.

Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heróicas, magia, romance e suspense.
 
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